Modelo de língua treinado nas variantes do português chega a beta

Lisboa · 09:10 — Um consórcio de laboratórios e editoras recusa treino em páginas sem autorização. O português do Brasil, de Portugal e de África entram como variantes, não como erro.

Lisboa · 09:10

Um consórcio de laboratórios e editoras recusa treino em páginas sem autorização. O português do Brasil, de Portugal e de África entram como variantes, não como erro.

O argumento é jurídico e editorial: se o modelo só viu o que foi pago ou cedido, o output não herda um processo em tribunal a cada parágrafo. A qualidade, nestes testes, fica atrás dos sistemas treinados na internet inteira — sobretudo em perguntas de cultura pop e código.

Ganha em citação e em sotaque. O beta distingue «telemóvel» de «celular» sem tratar um dos dois como falta. Redacções em São Paulo, Luanda e Lisboa estão no consórcio. Para escolas, a fonte à vista pesa mais do que um poema mediano.

O acesso é pago para empresas e gratuito, com limites, para investigação. A Visão Orbital vai experimentá-lo na revisão, não na escrita. O critério continua a ser o mesmo: hipótese, não testemunha.